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A Amazônia é mais do que floresta. É um organismo vivo, pulsante, cheio de inteligência própria. E como todo corpo vivo, ela reage. Quando cuidamos dela, ela devolve em forma de abundância. Quando a floresta prospera, não é só a natureza que floresce. Prosperam também as pessoas, os saberes locais, as ideias de futuro regenerativo.
O manejo sustentável é um desses pontos de virada. Em vez de extrair de forma predatória, ele permite que a madeira amazônica seja retirada com respeito ao tempo da floresta, gerando renda para quem vive nela e dela. Em 2023, a Amazônia movimentou cerca de R$4,27 bilhões com produção madeireira. Mas ainda enfrentamos um dado preocupante: cerca de 35% dessa madeira tem origem ilegal (UN-Habitat, BrazilReports).
Na OMAMA, acreditamos no que é feito com consciência. Valorizamos o que sustenta em vez de esgotar. Defendemos um modelo no qual a floresta se mantém em pé e ativa. E isso não é apenas escolha ética. É escolha econômica. Estudos mostram que o reflorestamento e o manejo sustentável no Brasil renderam cerca de R$20,8 bilhões em um único ano (Mongabay, 2015).
A Amazônia tem o potencial de liderar um novo tipo de economia, baseada em seus próprios recursos naturais e no conhecimento das comunidades amazônicas. A bioeconomia amazônica, com produtos como açaí, cacau nativo, castanhas e óleos essenciais, pode movimentar até oito bilhões de dólares por ano se for bem estruturada e respeitada em sua lógica própria (Mongabay, 2023).
Mas nem todos se beneficiam igualmente. Enquanto São Paulo tem um PIB per capita de mais de R$66 mil, o da região amazônica gira em torno de R$23 mil (IBGE, World Bank). O acesso à educação também é desigual. Apenas 54% dos jovens da região concluem o ensino médio, contra 69% da média nacional (IDB).
Há, no entanto, sinais concretos de mudança. Projetos como o Amazon Sustainable Landscapes, com investimento de 80 milhões de dólares, buscam promover o uso equilibrado da terra em nove estados da região (World Bank, 2024). Iniciativas como a Mombak, apoiada por fundos nacionais e internacionais, estão restaurando florestas e criando novas fontes de renda. A meta é plantar oito milhões de árvores até 2025 (Reuters, 2024).
Na OMAMA, cada criação carrega esses valores. A madeira legalizada que escolhemos vem de processos responsáveis. O saber aplicado nos designs OMAMA é fruto de parcerias com comunidades locais. E o que entregamos não é só um objeto bonito. É um elo entre o que a floresta pode oferecer e o que o mundo precisa aprender a valorizar.
Quando a floresta prospera, o que nasce não é só economia. É autonomia. É memória. É a prova de que existe outro caminho. E esse caminho tem raízes profundas.